sexta-feira, 18 de julho de 2014

O efeito de uma network robusta

Você já construiu uma rede de relacionamento para você e seu cliente? É o resultado de um trabalho efetivo de Relações com Stakeholders.




Por Lalá Aranha*

Certa vez, um cliente, muito bem intencionado, me abordou dizendo que precisava encontrar fulano de tal para uma conversa profissional, mas que não sabia onde e como abordá-lo. Rapidamente construímos uma corrente de amigos e conhecidos comuns que o levasse até ele. E desenhamos um mapa de abordagem. O mesmo aconteceu com um profissional amigo meu, que me solicitou tentar um encontro com o diretor de RH de uma determinada empresa que tinha aberto uma vaga, na qual seu perfil se ajustava como uma luva. Em uma grande crise de uma organização, pedi ao gestor interno que me listasse personalidades e CEOs de grandes empresas para fazer uma abordagem e obter depoimentos que endossassem a reputação de sua organização. Ele ficou confuso no momento. Logo reagimos e fomos procurar parceiros institucionais e de mercado mais próximos. Como os contatos foram muito úteis, ele colocou na sua agenda uma prioridade: construir uma network forte.

Conheço muitos profissionais que, para dar sustentação ao seu trabalho, tiveram a visão de construir uma network de celebridades, fontes, formadores de opinião e pessoas importantes nas mais diversas áreas e cuja presença fazem um evento “bombar”. A imprensa chama esses profissionais de promotores sociais ou apenas “promoters”. É o responsável, principalmente, pela lista de convidados de uma festa ou evento e sua divulgação. A profissão de promoter exige dedicação e muitos, mas muitos contatos permanentes. Nada que se faça em curto prazo. Mas tem que fazer acontecer. Dar feedback para a imprensa sobre como foi o evento. Elogiar a presença ou comportamento de um determinado convidado. Para manter sua network tem que dispensar atenção especial a esses “contatos”. Seja por um telefonema, um lugar de destaque num show, uma flor no dia do aniversário, um encontro com outras pessoas para discutir tema em comum e ser, acima de tudo, amigo do Facebook ou de outra rede social. Estar na mídia social ajuda a harmonizar e aprofundar a relação, pois o mantém a par do que está acontecendo com aquela pessoa. E até lembra seu aniversário.

No nosso dia a dia profissional temos várias maneiras de construir uma rede de relacionamento para nossos clientes. O termo “agenda positiva” significa marcar encontros com pessoas que fazem parte do público prioritário dele ou da organização. Preparar a pessoa para quem vai encontrar – um perfil sintético de seus posicionamentos sobre determinados assuntos – levantar interesses comuns e porque o relacionamento com essa pessoa é importante para sua vida profissional. Muitas vezes ficamos frustrados porque esse cliente não sabe manter aquilo que conquistou. Não retorna com uma mensagem do tipo “tive muito prazer em estar com Você. A propósito...” Esquece-se de dar o cartão para a secretária para colocar no seu “mailing” ou de convidar para um evento importante da Organização. Enfim, a agenda positiva ficou perdida. Por outro lado, um amigo meu, que é VP de Relações Públicas em sua empresa, não comete esse erro. Ele promove três grandes eventos por ano. Sempre encontro algum profissional que faz parte de sua network. Esse convidado também recebe o relatório anual, o folheto de lançamento de um produto/serviço, notas sobre interesses comuns. É sempre lembrado, não esquece e retribui as gentilezas.

Lembro que Bob Brougton, quando presidente da Shell, sempre reservava bons lugares nos shows e peças teatrais para nós, seus consultores. Fazia questão de estar ao nosso lado quando da recepção de seus convidados. Convidava personalidades de “renomado saber”, sobre os temas mais diversos para os almoços de sua diretoria. Foi com ele, na década de 90, que aprendi a construir e manter minha network. E isso eu faço até hoje, e sempre recomendo em minhas consultorias e palestras.

Construir uma rede de relacionamento não é fácil. Merece um comportamento inatacável, uma atenção permanente e é algo que tende a crescer quanto mais confiável você for. Tem técnica para isso e não se faz do dia pra noite. É um processo que exige longo prazo, que requer muita atenção e contatos permanentes durante bom tempo e, às vezes, anos. Dessa rede você pode fazer amigos pra toda vida, que se torna mais importante ainda do que obter benefícios desta relação na sua vida social ou profissional.

Fonte: http://www.aberje.com.br/acervo_colunas_ver.asp?ID_COLUNA=1223&ID_COLUNISTA=77
* Relações-públicas pela FAMECOS/PUC-RS, é consultora da Teia de Aranha Comunicação. Nos últimos 20 anos foi presidente da Ogilvy Relações Públicas, sócia-fundadora da Calia Assumpção Publicidade e Diretora da CDN Comunicação Corporativa. É membro do Conselho de Administração do WWF-Brasil e escreveu o livro Cartas a um Jovem Relações Públicas, lançado pela Editora Elsevier, em 2010. É ouvidora do Clube de Comunicação e recém-eleita presidente do Conrerp 1ª. Região, Rio de Janeiro, para o triênio 2013/2015.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Como o assessor de imprensa deve atuar em tempos de Mídias Sociais

Facebook, Twitter ou Display Text? Qual a melhor ferramenta para a Assessoria de Imprensa, hoje? E os tradicionais releases e follow ups, como ficam? Para falar sobre a atividade de assessoria de imprensa, vista pela ótica da nova realidade das redes sociais, o Curso Radix promove o curso Assessoria de Imprensa em Tempos de Mídias Sociais. Com uma carga horária de seis horas, as aulas serão ministradas nos dias 14 e 21 de maio, 4ªs feiras, das 19h às 22h, na sede do Radix (Av. Treze de Maio, 23 2º andar / Parte C, Centro, Rio de Janeiro – RJ).

O curso será ministrado pela jornalista e assessora de imprensa, Bette Romero, que atuou em empresas, tais como: Burson-Marsteller, Secretaria de Meio Ambiente (SP), Associação Brasileira da Indústria Farmacêutica (Abifarma), Bolsa do Rio (BVRJ), Docas do Rio (CDRJ) e da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). Hoje, é Diretora da Background Maxx Comunicação, Mestre em Educação e professora da pós-graduação em Assessoria de Imprensa no IGEC (RJ). Também é Diretora-Executiva do Clube de Comunicação e responsável pela coluna Calçadão, da revista PQN.

Público alvo: estudantes e profissionais ligados à área de comunicação.

Conteúdo programático
•Assessoria de imprensa e RP: atualizando conceitos, definições e seu alcance, repercussão e durabilidade da notícia em tempos de Internet e redes sociais.
•Relacionamento com as mídias: das tradicionais às sociais. O uso do Twitter, Facebook, Blogs, Youtube, Slideshare, Display Text e Sala de Imprensa, entre outras ferramentas, nas estratégias de comunicação. Do release para a comunicação digital.
•Imagem, Opinião Pública e Administração de Crise em tempos de web. O uso das redes sociais no esclarecimento de situações controversas. Formação de network e o uso de embaixadores informais.
•Planejamento de atividades em ambientes sociais.
•Monitoramento das mídias convencionais e sociais. Análise e elaboração de relatório de resultados. Avaliação, manutenção ou correção das estratégias.
Os cursos livres Radix oferecem certificados de participação. Estes cursos contam como atividades complementares para os alunos de graduação.

Informações: Tel. (21) 2215-4025
E-mails: secretaria@cursoradix.com.br /
Web: www.cursoradix.com.br

Contato:
Thamyres Gaspar
Tels.: 2244-0008 / 99664-3141
thamyres@background.com.br

Copa deve gerar 48 mil postos de trabalho no setor turístico

A Copa do Mundo deve gerar 47,9 mil vagas no setor de turismo, entre os meses de abril e junho, nos 12 estados-sede da competição. A estimativa é da Confederação Nacional do Comércio (CNC).
O setor de alimentação responderá pela maior parte da geração de postos de trabalho. Cerca de 16,1 mil vagas, ou 33,5% do total, deverão ser criadas por bares e restaurantes. Em seguida vem transportes, com 14 mil vagas (29,2%); e hotéis e pousadas, com 12,3 mil novos postos de trabalho (25,7%)
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

segunda-feira, 10 de março de 2014

BOASNOTICIASBR: A novela O idiota de Fiódor Dostoiévski ganha nova...

BOASNOTICIASBR: A novela O idiota de Fiódor Dostoiévski ganha nova...: A novela O idiota de Fiódor Dostoiévski ganha nova montagem teatral, desta vez pela Cia Em Obra Estreia dia 14 de março (sexta-feira), às ...
A novela O idiota de Fiódor Dostoiévski ganha nova montagem teatral, desta vez pela Cia Em Obra

Estreia dia 14 de março (sexta-feira), às 20h, no Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas, em Santa Teresa

“Febril” interage com uma instalação cênica e uma banda que toca ao vivo. Com uma narrativa fragmentada e ágil, a encenação procura se colocar neste espaço híbrido de linguagens se lançando no romance de Dostoiévski a fim de investigar as composições possíveis de junção.

“Febril” é um trabalho de narrativa fragmentada e intensa. Utilizando do mesmo dispositivo que Dostoiévski se serve em uma de suas novelas curtas, A Doce Criatura, a encenação também começa pelo fim. O assassinato de Nastácia Filíppovna é o que conduz o elenco aos acontecimentos do romance, que se transformam em peças de um quebra-cabeças que serão apresentadas ao espectador através do olhar do Príncipe Míchkin, o último produto de uma grande família decaída, em busca dos motivos que levaram ao assassinato da personagem controversa. Fantasmas de uma memória atordoada e doentia, os personagens nesta adaptação são partes que ajudam a entender as razões do crime.

O supremo ideal ético de Dostoiévski

Imersos em um ambiente decadente, em uma Rússia em processo de transformação, indo ao encontro dos valores ocidentais e perdendo sua tradição única, os personagens estão perdidos pela crise gerada “com a Morte de Deus”, estão em nova configuração subjetiva de um mundo material e empírico, se afastando cada vez mais de qualquer relação metafísica. Neste cenário de personagens demasiados humanos, um homem cruza seus caminhos, um cristo renegado, um redentor realista e, em última instância, um idiota, o Príncipe Míchkin é a figura da salvação perdida, inútil para o caminho que a humanidade, na visão de Dostoiévski, caminha.

“A montagem de textos de Fiódor Dostoiévski apresenta um dos mais instigantes desafios para atores e diretores, pois a dimensão vacilante e multifacetada de seus personagens exercitam nos intérpretes a compreensão ampla e complexa do ser humano”, diz o diretor Pedro Emanuel, também responsável pela adaptação do texto.

“O esquisito é aquele que se desvia acentuadamente do papel social que lhe destinam.”

Com uma banda ao vivo ditando o ritmo acelerado da montagem, e uma instalação que é formada por luzes em vermelho neon, a atmosfera febril se completa com a narrativa fragmentada e ágil. Atores e atrizes se entregam a experiência de compor personagens intensos e viscerais, que através de torções físicas proporcionam a visão de figuras que perdem o controle de suas atitudes e são devoradas pela força opositora de suas paixões exarcebadas, incontroláveis e avassaladoras a qualquer ideia racionalista. O elenco é composto por: Ana Luiza Cunha (Generala Lisavieta Prokofievna), Eduardo Parreira (General Iepantchin), João Lucas Romero (Príncipe Míchkin), Julia Mendes (Nastácia Filíppovna), Mario Terra (Libediev), Paula Valente (Aglaia), Pedro Casarin (Gánia), Rubi Schumacher (Varvara Ardaliónovna) e Zeca Richa (Rogójin).

A trilha sonora visa passear pela música eslava e Russa, com influências dos cânticos ortodoxos, mas não deixando de lado o universo dos ritmos brasileiros, o rock, o jazz e outros estilos universais. “Buscamos sonoridades quentes e que visem acompanhar a atmosfera única da poética de Dostoiévski, utilizaremos de inúmeros instrumentos e artifícios visando diversificar os arranjos mas mantendo uma referencia e um caminho que remeta as harmonizações da música sacraortodoxa da Russia”, comenta o diretor musical Pedrinhu Junqueira. Os músicos Pedrinhu Junqueira (guitarra), Gabriel Balleste (baixo), Silvan Galvão (percussão), Gui Stutz (trumpete) e Henry Schroy (contrabaixo e teclado) tocam a trilha ao vivo.

A instalação cênica do artista plástico e iluminador Tomás Ribas é absolutamente pertinente ao espetáculo, pois ela vai diretamente ao encontro das direções que peça toma e deste modo potencializa o tom que a encenação produz. Ela fortalece a atmosfera de intensidade que a obra de Dostoiévski imprime. “A instalação do Tomás é formada por luzes em vermelho neon, e cria o espaço e a iluminação para a primeira cena da nossa montage: o mausoléu de Nastácia Filíppovna. Com um espelho em cada extremidade do corredor de luzes, a imagem é vista refletida por ambos os lados, gerando uma imagem de fundo infinito. O tom de vermelho percorre o restante da galeria onde as outras cenas do romance irão se dar, o estado febril nasce da intensidade desta cor e se prolifera na intensidade dos personagens. O vermelho sangue ganha múltiplos sentidos nas paredes pintadas da galeria, nas manchas que os atores deixam ao pisar no solo branco, no sangue que escorre da personagem Nastácia Filíppovna. A confusão da imagem que a instalação de Tomás Ribas provoca na primeira cena também é abordada no decorrer do espetáculo através da fragmentação do romance. Em suma, o diálogo com a instalação de Ribas é crucial para o tratamento que a peça traz para ao romance de Dostoivéski”, informa Pedro Emanuel.

“Realizar esta pesquisa a partir do trabalho contínuo de uma companhia teatral é engrandecedor, pois exige dos envolvidos um trabalho atento e redobrado. Levar para o teatro um romance como O idiota é, certamente, uma aventura árdua e desafiante para qualquer um que tenha como objetivo o trabalho cênico. E o príncipe Míchkin, incapaz de entender as exigências que a vida prática demanda, tornou-se um dos maiores personagens da literatura mundial. Inspirado na figura do salvador bíblico e do louco cavaleiro pobre de Cervantes, nos coloca diante de sua bondade desconcertante e de sua moléstia nervosa fora do comum”, conclui o diretor.

Cia Em Obra

Criada em 2012, sua linha de pesquisa é baseada no imbricamento de três artifícios chaves que guiam o trajeto de seu processo criativo: a edição cênica – uma adaptação do conceito de corte cinematográfico para a cena teatral (produz a fragmentação da ação e a simultaneidade de tempos distintos); a multiplicidade do espaço – como multiplicar locações em um único espaço cênico, utilizando o mínimo de recursos possíveis para esta variação; e por fim, a utilização de inserções musicais como parte fundamental de sua construção narrativa. Para isso aposta no trabalho do ator, capacitando-o a criar, editar e transformar o espaço já criado, através de jogos, gestos e textos. “Febril” é o terceiro espetáculo do grupo e a consolidação do trabalho de pesquisa que vem realizando nestes anos. Os espetáculos anteriores são: “Não Há Melhor Lugar do Que a Nossa Casa” (2012; texto e direção de Pedro Emanuel), drama familiar que narra os episódios de um casal, desde o início do relacionamento até a degradação de seu matrimônio; simultaneamente é exposto a saga de três irmãos. “O Confuso e Misterioso Roubo das Vírgulas” (2013; adaptação e direção de Pedro Emanuel), musical infantil que conta a história de três amigos que procuram o culpado pelo roubo das vírgulas de cartas, receitas, contas e artigos. Este espetáculo foi eleito pela Revista Veja Rio uma das 5 melhores peças infantis de 2013; atualmente segue cumprindo a terceira temporada.

FICHA TÉCNICA

Direção e Adaptação: Pedro Emanuel
Supervisão de Direção: Fábio Ferreira
Elenco: Ana Luiza Cunha, Eduardo Parreira, João Lucas Romero, Julia Mendes, Mario Terra, Paula Valente, Pedro Casarin, Rubi Schumacher e Zeca Richa.
Banda ao Vivo: Pedrinhu Junqueira (guitarra), Gabriel Balleste (baixo), Silvan Galvão (percussão), Gui Stutz (trumpete) e Henry Schroy (contrabaixo e teclado).
Iluminação: João Gioia
Cenário: Carlos Augusto Campos
Instalação Cênica: Tomás Ribas
Figurino: Tiago Ribeiro
Composição Original das Músicas: Banda Irmãos Fiodorov
Direção Musical: Pedrinhu Junqueira
Direção de Movimento: Rafaela Amodeo
Maquiagem: Ludmila Rocha
Pesquisa do Autor: Marcos Aurélio Derizans
Consultoria de Música Tradicional Eslava: Pablo Emanuel
Assistência de Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni
Direção de Produção: Mariana Guimarães Nicolas e Pamela Côto
Assessoria de Imprensa: Ney Motta
Programação Visual: ZR Mosaico
Fotos: Chico Monjellos
Apoio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura e Centro Cultural Municipal Parque das Ruínas
Produção: L7 Produções Artísticas
Realização: Cia Em Obra

SERVIÇO

Nome do espetáculo: Febril
Direção e Adaptação: Pedro Emanuel
Supervisão de Direção: Fábio Ferreira
Sinopse: Adaptação da obra O idiota de Dostoiévski. O assassinato de Nastácia Filíppovna é o que conduz o elenco aos acontecimentos do romance, que se transformam em peças de um quebra-cabeças que serão apresentadas ao espectador através do olhar do Príncipe Míchkin.
Com a Cia em Obra e a Banda Irmãos Fiodorov
Elenco: Ana Luiza Cunha, Eduardo Parreira, João Lucas Romero, Julia Mendes, Mario Terra, Paula Valente, Pedro Casarin, Rubi Schumacher e Zeca Richa.
Local: Parque das Ruínas (Galeria). Rua Murtinho Nobre 169, Santa Teresa, RJ.
Informações: (21) 2252-1039
Estreia: 14 de março (sexta-feira), às 20h
Temporada: 14 de março a 13 de abril. Sextas às 20h, sábados e domingos às 19h.
Ingressos: R$ 30
Classificação indicativa: 14 anos
Capacidade de público: 80 pessoas
Gênero: Drama

Observação: Durante toda a temporada de “Febril” o público poderá visitar, com entrada franca, a instalação cênica de Tomás Ribas, intitulada “Túnel”, de terça a domingo.

ATENDIMENTO À IMPRENSA
Assessor de imprensa Ney Motta
Contemporânea Comunicação Ltda.
55 (21) 98718-1965 ou 2539-2873
contato@neymotta.com.br

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

BOASNOTICIASBR: O confuso e misterioso roubo das vírgulas

BOASNOTICIASBR: O confuso e misterioso roubo das vírgulas: Espetáculo infantil diverte e estimula o conhecimento dos pequenos a partir de 18 de janeiro no Teatro Maria Clara Machado Num simpático ...

O confuso e misterioso roubo das vírgulas

Espetáculo infantil diverte e estimula o conhecimento dos pequenos a partir de 18 de janeiro no Teatro Maria Clara Machado


Num simpático sítio no interior, um crime inusitado acontece: todas as vírgulas são roubadas. Cartas, cheques, receitas de comida e tudo o que possa ser escrito respeitando a utilização das vírgulas está ameaçado.

Antes que a pacata cidadezinha fique muito prejudicada pelos roubos, um trio da pesada entra em ação a fim de solucionar o caso.Joãozinho (Zeca Richa), Fabiana (Julia Mendes) e Pedroca (Mario Terra) mergulham fundo numa divertida investigação que dá o tom da peça ‘O Confuso e misterioso roubo das vírgulas’, que estreia 18 de janeiro no Teatro Maria Clara Machado (Teatro do Planetário), com ingressos a R$ 40. O espetáculo, primeira incursão da jovem Cia em Obra (fundada há um ano) no universo infantil, tem dramaturgia e direção de Pedro Emanuel e texto original de Iuri Kruschewsky.

"Quando o Iuri nos contou a história de seu livro infantil sobre o roubo das vírgulas, imediatamente ficamos fascinados com o enredo e tivemos a ideia de adaptá¬lo para o teatro. Traduzir em cena as palavras deste divertido texto tem sido um jogo instigante e prazeroso", observa Pedro, parceiro de Kruschewsky também na Companhia Sala Escura de Teatro (dos espetáculos 'É Culpa da Vida que Sonhei ou dos Sonhos que Vivi' e 'Memória Inventada no Sonho de Alguém'). A dupla se conheceu no curso de Artes Cênicas da Faculdade da Cidade e, desde então, tem emendado, com sucesso de público e crítica, um projeto atrás do outro. "Decidi escrever para as crianças, pois acredito que essa é a fase fundamental para criação do público que irá frequentar os teatros e as bibliotecas da cidade", explica Kruschewsky.

Em cena, o primeiro roubo acontece na carta que Joãozinho escreve para sua amiga Fabi. Sem as vírgulas, a carta perde seu sentido e muda completamente as intenções do menino. Depois, somem da receita de bolo fazendo com que este acabe por solar, depois das contas da vovó Vitória, gerando um valor muito mais alto que o real. As vírgulas passam a desaparecer de todo tipo de documento escrito e levam a cidade ao estado de alerta geral. Joãozinho, de 10 anos, Fabiana, de 9, e Pedroca, de 6, percebem que o sítio da vovó fica enlouquecido com estes roubos e decidem investigar quem é o ladrão das vírgulas, pois sem elas tudo que é escrito perde o sentido, com os moradores mal conseguindo se comunicar.

Com seis músicas e direção musical de Jonas Hammar, ‘O Confuso e Misterioso Roubo das Vírgulas’ é garantia de diversão para toda a família. "Não se pode falar com a criança como se ela fosse desprovida de inteligência. Nossa proposta é entreter, mas com qualidade, fazendo com que a garotada adquira conhecimento", continua Pedro, num discurso que encontra eco em Kruschewsky. "As crianças do século XXI vivem cercadas pela Internet, pelos celulares e videogames portáteis. Cada vez mais escrevem abreviando as palavras e sem respeitar a pontuação. Escrevi esse texto como forma de resgate à língua portuguesa e principalmente, um resgate da criança que brinca na rua, com os pés no chão, sujos de lama", diz o autor, que é filho de escritor e jornalista. Na peça, as músicas aparecem como um recurso narrativo: ela colabora com a ação realizada pelos personagens. Além disso, os atores também tocam guitarra, ukelelê e violão ao vivo.

SOBRE A CIA EM OBRA
A companhia atualmente é formada por Eduardo Parreira, Julia Mendes, Mario Terra, Pedro Emanuel, Pedro Casarin, Zeca Richa e pela produtora Luísa Barros. O espetáculo 'Não Há Melhor Lugar do que a Nossa Casa', marcou o início da trajetória da companhia, em 2012, e voltou à cena em setembro, desta vez na Sede das Cias (antigo espaço da Cia dos Atores, na Lapa). A montagem é fruto de uma pesquisa realizada pela Cia em Obra acerca dos movimentos que tornam possível escrever palavras e gestos que dancem.

As músicas Sítio da Vovó – Música de apresentação. Cria toda a atmosfera do sítio da vovó e apresenta ao espectador as lembranças que o protagonista Joãozinho tem dele.

Chuveiro – Joãozinho e Fabi saem escondidos para tomar banho de chuva e se divertem cantando qual a diferença entra chuva e o chuveiro.
Blues dos Porcos – Narra, em ritmo de blues, toda a aventura que Pedroca enfrenta para entregar a carta que João escreveu para sua amiga Fabi.

Bolo de Fubá – Enquanto Babá Lia prepara o bolo de fubá da vovó Vitória, canta e se surpreende com a quantidade exagerada de fermento na receita.

Mundo Sem Vírgulas – Seu Régis, o pai da Fabi, explica nesta canção a importância do uso das vírgulas e as consequências geradas pela sua ausência.

Roubaram as Vírgulas – Música de despedida. Nesta canção os amigos explicam para a porca Grisela Von Engel que não há problemas em ser diferente.

SERVIÇO
Teatro Maria Clara Machado. Rua Padre Leonel Franca, 240 - Planetário da Gávea, Gávea, Rio de Janeiro ¬ RJ, telefone: (21) 2274¬7722. Sab 17h e dom, 16h. R$ 20. De 18 de janeiro a 15 (ou 22) de fevereiro. 50 minutos. Livre.

FICHA TÉCNICA:
Elenco: Eduardo Parreira, Julia Mendes, Mario Terra, Pedro Casarin e Zeca Richa
Dramaturgia e direção ¬ Pedro Emanuel
Texto original: Iuri Kruschewsky
Iluminação: João Gioia
Cenário : Carlos Augusto Campos
Figurino: Tiago Ribeiro
Adereços: Waleska Laine
Letras e melodias: cia em obra
Iluminadora assistente: Ana Luzia de Simoni
Costureira: Linda Carvalho
Contra¬regra: João Batista da Silva
Montagem cenotécnica: Articulação Cenográfica
Direção musical: Jonas Hammar
Fotos: Ícaro Salek
Assessoria de imprensa – TFS Comunicação & Marketing
Programação visual: ZR Mosaico
Produção executiva: Luísa Barros
Realização: Cia em Obra

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Retrofit com a Engepred, do começo ao fim

“A Engepred está preparada para atender em projetos de retrofit da concepção e estudos preliminares à execução das obras. Cuidando da prospecção e contratação de projetistas, desenvolvimentos de projetos, elaboração de edital de concorrência para contratação de construtora e instaladores, analise de propostas, planejamento de obras e elaboração de cronogramas executivos, entre outras atividades, a Engepred pode atender a seus clientes de retrofit do começo ao fim do investimento”, afirma Paulo Cezar de Franco, Diretor de Novos Negócios da Engepred Serviços de Engenharia e Gerenciamento Predial.